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Moradia em ÂNCORA para Restauro com vista para o mar

Moradia 2 Quartos

2 Quartos 2 Casas de banho 72 m2 de área

Caminha, Ancora

Referência: C0437-00122

Certificado energético:

Esta moradia localiza-se em Âncora, lugar da Aspra. A sua localização representa uma autêntica varanda sobre o vale do Rio Âncora e sobre o mar. Esta casa, apesar de ter apenas um artigo, tem a sua propriedade dividida por um caminho rural. Para o lado nascente conta com um logradouro e uma pequena edificação com um salão e cozinha de campo tradicional, com forno e lareira.
No lado poente está a moradia e o seu logradouro. O imóvel carece de reconstrução total, mas a sua estrutura em pedra e a sua panorâmica são bastante apelativas!
Mais informação sobre a freguesia:
Na margem esquerda do rio Âncora, junto ao Atlântico , a cerca de dez quilómetros da vila de Caminha e a quinze da cidade de Viana do Castelo, situa-se a freguesia de Âncora.
O rio, reconhecidamente uma das belezas de toda a região, nasce a quinze quilómetros da foz, no lugar de Bezerreiras, a oitocentos e dezasseis metros de altitude e em plena Serra de Arga, estabelecendo os limites da freguesia pelo seu lado norte. São fronteira, do lado nascente as freguesias de Riba de Âncora e Freixieiro de Soutelo, a poente o oceano Atlântico e a sul a freguesia de Afife.
A ocupação do território de Âncora, remonta ao período pré-histórico. Na faixa litoral encontram-se alguns eixos quartzídicos que assinalam a presença de uma indústria lítica pré-histórica. No período da proto-história, do final da Idade do Bronze, existem vestígios "de uma cultura original fundamentalmente caracterizada pelo seu tipo peculiar de habitat em povoados fortificados em posições elevadas vulgarmente conhecidos pelo nome geral de castros, de onde deriva a sua designação tradicional de cultura castreja, que constituindo já um intenso foco de densidade humana, ocupa um lugar bem individualizado na proto-história peninsular". Este tipo de povoado fortificado, também designado por castro ou cividade, ocupa o alto do monte da cividade e conta, segundo Abel Viana "com vários níveis de ocupação, podendo ter chegado até à Idade Média".
A ocupação e reconversão deste território pelos romanos, aquando da conquista peninsular, leva ao cumprimento de um plano de urbanização. A reformulação das estruturas, substituindo as tradicionais, poderá ter ocorrido na época de Augusto, eventualmente nos principios da era cristã, como o demonstram vestígios da cultura romana, como fragmentos de ânforas, tégulas e ímbricas, mós circulares, fíbulas, vidros, moedas e a base de uma coluna romana.
O povoamento contínuo desta localidade é atestado pelos inúmeros vestígios e monumentos que foram legados ao longo dos tempos, como é o caso da Cividade e do Forte do Cão.
Contudo, há dificuldades em determinar a origem da paróquia. Assim e, segundo Francisco Cardoso de Azevedo, "a parochia já existia no século VI com a denominação de Santa Maria de Villar de Ancora". Esta designação de Santa Maria de Vilar de Ancora volta a surgir num texto do Padre António Carvalho da Costa, que no ano de 1868 refere: "Santa Maria de Ancora chamou-se antigamente de Villar de Ancora, por hum Castello, que teve de Mouros (...)". Esta referência indica-nos que a existência desta freguesia vem desde os primórdios da nacionalidade.
In: https://www.freguesias.pt/portal/apresentacao_freguesia.php?cod=160201

Detalhes
  • Preço:  66 000 €  
  • Estado: Venda
  • Área útil:  72  m2
  • Área bruta:  222 m2
  • Estado: Mau
  • 2 Quartos
  • 2 Casas de banho
  • Ano de construção: 1963
  • Tipo de estacionamento: 1 Box Fechada
  • Certificado energético: E
Prestação Mensal Estimada

66 000 €

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Gold Confiança, Lda.  AMI: 17934